26 setembro 2012

POEMA Á UMA JORNALISTA IMAGINÁRIA

     O Singular do Processo Psíquico

Caminhamos sobre fragmentos
De uma Produção
Não Medíocre
A Base de nossas pegadas CRIATIVAS...
Pertence a decantação
E sedimentação Civilizadora HUMANA...
Imaginamos a Massa de Seres
Como o ANIMAL
A domesticar!

Brindamos o Modismo de Época
Qual Crianças batem palmas
À entrada do Palhaço
No picadeiro...
E nos suportamos
E envelhecemos
Sem autonomia imediata...
O Maneirismo Imposto...(Jornalismo)
È cópia fiel
Da ignorância
Improdutiva...(Filosofia)
Onde muitos intitulam-se
Artistas...
Sem nunca terem intensificado
A Intuição Sensível  IMAGÉTICA
De um Sentimento FORTE (dor alheia)
Em pró da Virtude
De ve-lo como Expressão
De Criação Jornalistica...(Algumas choram)

A Procura e Justificação
Da Jornalista Imaginária
Pra Massa Animal
Que nos contorna
Não surgira da Náusea
Angústia e Dor da Exterioridade!

No Palco do TEATRO-VIDEO Contemporâneo
Personagens transitam
Vazios com falsidade vergonhosa
Enquato a Jornalista Imaginária
Trabalha sem a imposição unilateral (Pautas)
Abstrata de metas inatingiveis!
Procura ELA o simples
Inviolável
Reconhecimento de si Própria
Que terminará ante o fascínio
Do mais cedo ou mais tarde
Encontrar a eficácia
Absoluta de sua OBRA
Vindo com Ela os depositários Culturais Contemporâneos Determinados.

A possibilidade de Projetar(Psicologia)
A fixação Valorativa Psiquica
De uma JORNALISTA IMAGINÁRIA
Cuja a Auto-Representação
Ilumine as TREVAS
Do Animal-Neurotizante
Que tenta nos Dominar
Visa Preponderantemente
Restabelecer uma Posição
Saudável a NÓS MESMOS...



Sigam em frente
Luiz Dagoberto  primavera 2012

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